O que é?

Quem Somos

O Conselho Federal de Medicina, entidade que zela pelo desempenho ético e humanístico da medicina e defende uma assistência de qualidade à saúde da população, desenvolve desde 2011 uma campanha de combate ao desaparecimento de crianças e adolescentes. Para isso, foi criada a Comissão de Ações Sociais, composta por integrantes do CFM, da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), jornalistas e assistentes sociais.

O grupo se reúne mensalmente na sede do CFM em Brasília. Entre as ações, está a divulgação, para o meio médico e à população, de recomendações que possam impedir ou dificultar possíveis desaparecimentos de crianças e adolescentes. Folders e cartazes foram produzidos e confeccionados para ajudar nesse trabalho.

A Comissão chama atenção para números alarmantes: no Brasil, são registrados em média 50 mil casos de desaparecimento de crianças e adolescentes por ano. São Paulo detém cerca de 30% desse número, representando o maior índice, seguido do Rio de Janeiro e de outros estados do Nordeste.

Ainda que a grande maioria dos desaparecimentos seja solucionada nas primeiras 48 horas, existe um percentual de 15% a 20% de crianças e adolescentes que não são encontrados por longo período de tempo. Estima-se ainda que quase 250 mil estejam desaparecidos no país. Um grande problema também nesse aspecto é de um cadastro nacional que possa divulgar fotos e informações das vítimas.

O Nosso Objetivo

A Comissão de Ações Sociais do CFM tem como objetivo principal articular e mobilizar os médicos e a sociedade para atuarem no resgate a crianças e adolescentes desaparecidos. Dentre a demanda, cinco pontos são defendidos pela Comissão de Ações Sociais do CFM:

  1. Notificação compulsória – Todos os boletins de ocorrência com registro de desaparecimento de crianças e adolescentes devem ser notificados obrigatoriamente ao Ministério da Justiça, por meio eletrônico, ao site, junto com a foto do desaparecido;
  2. Atualização de cadastro de desaparecidos - O Ministério da Justiça deve manter atualizado diariamente o site e divulgar campanha permanente de prevenção a desaparecimentos de crianças e adolescentes;
  3. Garantia do registro de identidade nas maternidades - Todo recém-nascido terá seu registro de identidade expedido na maternidade ou nos postos de vacinação;
  4. Unificação da numeração - A numeração das Carteiras de Identidade passa a ter caráter nacional utilizando sistema alfa numérico.
  5. Alertas regionais – Criar um sistema, nos moldes do norte-americano Alerta AMBER, que espalhará a notícia rapidamente sempre que uma criança for sequestrada e estiver correndo risco.

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